Consuming kids (Legendado PT-BR)
"Consuming kids, a comercialização da infância", trata de como as grandes corporações utilizam-se da infância para gerar lucros gigantescos, vendendo todo o tipo de produtos, muitas vezes, de forma desonesta, desumana e pouco ética, tornando-as vulneráveis na idade mais delicada de suas vidas.
Cada vez mais os brinquedos representam personagens de TV, reduzindo o poder de imaginação, deixando as crianças menos criativas. Cada vez mais substitui-se a brincadeira de rua pela tela de TV ou computador. Com isso as crianças estão tornando-se mais obesas e menos atentas. O número de casos de disfunção bipolar infantil é quatro vezes maior que há 30 anos atrás, sem falar em outras doenças crescendo assustadoramente nessa faixa etária (como diabetes, depressão e hipertensão).
Os comerciais de fast-food, brinquedos, roupas e até mesmo automóveis para os pais são feitos utilizando-se de profissionais como psicólogos e antropólogos, desviando o ciência para uma única direção: o lucro.
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sábado, 21 de novembro de 2009
Consuming kids (Legendado PT-BR)
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sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Gripe suína: como, e de onde veio?
Gripe suína: como, e de onde veio?
Vídeo produzido pela UnBTV.
Vídeo produzido pela UnBTV.
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quinta-feira, 19 de novembro de 2009
O mundo perde Claude Lévi-Strauss
O mundo perde Claude Lévi-Strauss
O mundo perdeu um de seus grandes pensadores hoje. Ele foi um grande observador do homem, da natureza do homem e das escolhas e caminhos das sociedades. Reveja o Arquivo N especial de seus 100 anos. Arquivo N, 3/11/2009.
http://blip.tv/file/2870458
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O mundo perdeu um de seus grandes pensadores hoje. Ele foi um grande observador do homem, da natureza do homem e das escolhas e caminhos das sociedades. Reveja o Arquivo N especial de seus 100 anos. Arquivo N, 3/11/2009.
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Levante sua voz
Levante sua voz
Vídeo sobre direito à comunicação produzido pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social com o apoio da Fundação Friedrich Ebert Stiftung retrata a concentração dos meios de comunicação existente no Brasil.
Roteiro, direção e edição: Pedro Ekman
Produção executiva e produção de elenco: Daniele Ricieri
Direção de Fotografia e Câmera: Thomas Miguez
Direção de Arte: Anna Luiza Marques
Produção de Locação: Diogo Moyses
Produção de Arte: Bia Barbosa
Pesquisa de imagens: Miriam Duenhas
Pesquisa de vídeos: Natália Rodrigues
Animações: Pedro Ekman
Voz: José Rubens Chachá
Fonte: Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social
Vídeo sobre direito à comunicação produzido pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social com o apoio da Fundação Friedrich Ebert Stiftung retrata a concentração dos meios de comunicação existente no Brasil.
Roteiro, direção e edição: Pedro Ekman
Produção executiva e produção de elenco: Daniele Ricieri
Direção de Fotografia e Câmera: Thomas Miguez
Direção de Arte: Anna Luiza Marques
Produção de Locação: Diogo Moyses
Produção de Arte: Bia Barbosa
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O capitalismo & outras infantilidades
O capitalismo & outras infantilidades
"Capitalism & other kids stuff" ("O capitalismo & outras infantilidades") é um documentário de Paddy Joe Shannon que nos convida a olhar de uma forma diferente o mundo em que vivemos e a questionar algumas das mais básicas premissas da vida no sistema capitalista.
Este trabalho apresenta, em linguagem clara e sem jargões econômicos ou políticos, as bases sobre as quais se assentam o sistema capitalista.
A razão do sistema capitalista é a busca, a qualquer custo, do lucro das grandes empresas e bancos. Para que uma minoria siga sendo privilegiada, a esmagadora maioria das pessoas é submetida a toda ordem de exploração, como a destruição de direitos, o desemprego, a fome, a miséria, o roubo, etc.
A minoria que comanda o mundo do capital tem em suas mãos o controle político da sociedade. Todas as instituições do Estado capitalista têm a função de preservar a propriedade privada, seja por leis ou simplesmente pelo uso da força e repressão. Todos os dias nos deparamos com esse fato, quando os sem-teto ocupam um terreno urbano ou os sem-terra ocupam uma propriedade rural, ou ainda quando os operários ocupam uma fábrica. A Polícia e a Justiça garantem a propriedade dos capitalistas. O Congresso de qualquer país capitalista vota as leis que interessam ao grande capital.
Através de eleições, por dentro do Estado capitalista, não se pode conseguir romper com o próprio capitalismo. Há nele uma espécie de "sistema autoimune" que se mostra em massacres e genocídios ao redor do mundo. Os proprietários do mundo, com seu poder econômico, controlam as eleições, financiando campanhas milionárias, controlando as TVs e os jornais (quando estes não são deles mesmos), comprando os partidos e cabos eleitorais. No mundo do capital, o capital é o poder supremo. Só com uma total mudança da consciência massa, que rompa com o capitalismo, usurpador por princípio, e com os governos hegemônicos ditatoriais (lembre-se: toda "democracia" é uma farsa), será possível mudar realmente a vida dos bilhões de seres humanos que sobrevivem em toda espécie de miséria.
YOUTUBE (Canal de krishnamurtibrnew)
[PARTE 1] [PARTE 2] [PARTE 3]
[PARTE 4] [PARTE 5]
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"Capitalism & other kids stuff" ("O capitalismo & outras infantilidades") é um documentário de Paddy Joe Shannon que nos convida a olhar de uma forma diferente o mundo em que vivemos e a questionar algumas das mais básicas premissas da vida no sistema capitalista.
Este trabalho apresenta, em linguagem clara e sem jargões econômicos ou políticos, as bases sobre as quais se assentam o sistema capitalista.
A razão do sistema capitalista é a busca, a qualquer custo, do lucro das grandes empresas e bancos. Para que uma minoria siga sendo privilegiada, a esmagadora maioria das pessoas é submetida a toda ordem de exploração, como a destruição de direitos, o desemprego, a fome, a miséria, o roubo, etc.
A minoria que comanda o mundo do capital tem em suas mãos o controle político da sociedade. Todas as instituições do Estado capitalista têm a função de preservar a propriedade privada, seja por leis ou simplesmente pelo uso da força e repressão. Todos os dias nos deparamos com esse fato, quando os sem-teto ocupam um terreno urbano ou os sem-terra ocupam uma propriedade rural, ou ainda quando os operários ocupam uma fábrica. A Polícia e a Justiça garantem a propriedade dos capitalistas. O Congresso de qualquer país capitalista vota as leis que interessam ao grande capital.
Através de eleições, por dentro do Estado capitalista, não se pode conseguir romper com o próprio capitalismo. Há nele uma espécie de "sistema autoimune" que se mostra em massacres e genocídios ao redor do mundo. Os proprietários do mundo, com seu poder econômico, controlam as eleições, financiando campanhas milionárias, controlando as TVs e os jornais (quando estes não são deles mesmos), comprando os partidos e cabos eleitorais. No mundo do capital, o capital é o poder supremo. Só com uma total mudança da consciência massa, que rompa com o capitalismo, usurpador por princípio, e com os governos hegemônicos ditatoriais (lembre-se: toda "democracia" é uma farsa), será possível mudar realmente a vida dos bilhões de seres humanos que sobrevivem em toda espécie de miséria.
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009
A verdade sobre a televisão
A verdade sobre a televisão
http://www.youtube.com/watch?v=FRI8FSQCHQA
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"Dinheiro vindo do nada", de David Icke
Dinheiro vindo do nada: saiba a verdade sobre o sistema financeiro mundial
David Icke
Uma sociedade sem dinheiro vivo e os microchips são parte de uma ferramenta fundamental no controle da existência humana: o sistema financeiro mundial.
Pergunte às pessoas por que elas não estão dizendo ou fazendo o que realmente acreditam ser o correto e a resposta será: medo. E uma das principais expressões desse medo é a necessidade de ganhar dinheiro para sobreviver. Essa é a ideia: se você pode inflar artificialmente o custo de necessidades básicas como comida, moradia e vestuário, você pode pressionar as pessoas a servir o seu sistema. Quanto menos você precisa ganhar, mais escolhas você tem para viver a vida como achar melhor. E quanto mais você precisa, menos escolhas você tem.
Essa fraude é fundada na maior de todas as trapaças: o pagamento de juros sobre um dinheiro que não existe. O fato de que nós, como um todo, toleramos isso, revela muito sobre a escala da clonagem mental coletiva que tem se espalhado neste planeta.
Os bancos controlados pela Elite estão emprestando legalmente (como de costume), dez mil dólares para cada mil que eles realmente possuem. É como se você possuísse cem dólares, mas emprestasse mil para os seus amigos e cobrasse juros por isso. Se cada um dos seus amigos exigisse dinheiro vivo, você não poderia fazer essa fraude funcionar, mas os bancos não têm esse problema porque a maioria das suas transações não envolve dinheiro vivo. Eles trabalham principalmente com “dinheiro” teórico: cheques e cartões de crédito. Se todo mundo fosse ao banco ao mesmo tempo para pedir o seu dinheiro de volta, os bancos acabariam falidos muitas vezes porque eles estão emprestando uma quantia muito maior do que eles têm depositado. Apenas uma fração do dinheiro que os bancos “emprestam” existe fisicamente.
A maioria das pessoas acredita que os bancos emprestam só o dinheiro que os clientes depositaram neles. Isso simplesmente não é verdade. O que os bancos emprestam é, em efeito… nada. Quando você vai a um banco para fazer um empréstimo, sua conta é “creditada” com aquela quantia. Tudo que o banco fez foi digitar a quantia do seu empréstimo, digamos R$ 10.000, em um computador. Se o banco estivesse lhe emprestando o dinheiro dos clientes dele, as suas contas teriam que ser reduzidas em R$ 10.000 para permitir que você tivesse o empréstimo. Mas não são. Elas permanecem da mesma forma. Então, de onde apareceu essa misteriosa quantia de R$ 10.000?
Seu “empréstimo”, como com todo “empréstimo”, é conjurado do nada. São apenas figuras em uma tela de computador! E, a partir desse momento, você começa a pagar juros sobre um dinheiro inexistente. Mais que isso, este “dinheiro” fantasma é até mesmo registrado nas contas do banco como um “ativo”, e isto permite fazer ainda mais empréstimos do mesmo tipo.
A cada empréstimo, o prestatário fica em débito e os ativos oficiais do banco aumentam, apesar de nenhuma nova moeda ter sido cunhada e de nenhuma nova nota ter sido impressa. Tudo isso é uma ilusão. O que os bancos fazem é a atividade criminal mais lucrativa e mais destrutiva do planeta. Pessoas que cultivam comida e produzem o necessário para a vida estão mergulhados em dívidas, e frequentemente são empurrados à falência por pessoas que não fazem nada além de digitar figuras em uma tela de computador e cobrar juros por elas.
Quantias fantásticas de “dinheiro” estão em circulação na forma de cheques e créditos de vários tipos, mas menos que dez por cento estão na forma de moedas e notas. Mais de noventa por cento dessas quantias não existe. O sistema está maciçamente falido e ele só sobrevive porque as pessoas são condicionadas a aceitar cheques e cartões de crédito como “dinheiro” quando, na realidade, eles não são nada além de dados em um programa de computação sem nada para justificar esses dados.
Por mais que seja estarrecedor, esta é a forma como a vasta maioria do “dinheiro” é posto em circulação – não por governos imprimindo dinheiro vivo, mas através de bancos privados emprestando dinheiro que não existe e cobrando juros por isso. Principalmente através de crédito. Isto significa que a maior parte do “dinheiro” usado para ser trocado por bens e serviços já é criado como uma dívida.
Nós ouvimos que inflação é causada por governos que imprimem muito dinheiro. Isso não é verdade. Os governos não imprimem o bastante! Noventa por cento do “dinheiro” posto em circulação é “criado” na forma de débito pela rede bancária privada controlada pela Elite Global. Isso é totalmente insano, e é por isso que a montanha de dívidas aumenta a cada minuto.
Um “boom” econômico (quando a produção e o consumo aumentam), simplesmente leva a mais empréstimos pelos bancos para aumentar ainda mais o consumo. Assim, nos “bons tempos” da economia, a quantidade do débito sobe a quantias colossais e isso eventualmente conduz aos tempos ruins, conhecido como depressão. Como os bancos têm o controle sobre a criação do “dinheiro” através dos empréstimos, eles decidem se vai haver um boom econômico ou uma depressão aumentando ou diminuindo a quantia de “dinheiro” que eles emprestam às pessoas. A diferença entre crescimento e depressão é só a quantia de dinheiro vivo ou crédito disponível para fazer compras. E como o sistema bancário é controlado pela Elite Global, esse minúsculo grupo exclusivo tem o controle sobre a economia de cada país e sobre as decisões dos “líderes” políticos e econômicos que, ou não entendem como o sistema bancário e a criação de dinheiro realmente funcionam (a maioria), ou estão trabalhando conscientemente com os que controlam o sistema.
Por causa desse passe de mágica, as dívidas das pessoas, dos negócios e dos países alcançaram a terra do nunca, e a necessidade de pagar os juros é refletida no dinheiro que nós pagamos na forma de impostos, pela comida, pela vestimenta, por abrigo e etc. O governo britânico gasta muito mais com juros por ano do que com educação e uma vez que você perceba como o sistema funciona, já não é mais surpreendente que os Estados Unidos estejam com uma dívida de trilhões e trilhões de dólares.
Olhe para o que acontece somente em uma transação. Digamos que o governo dos EUA queira pedir emprestado um bilhão de dólares para cobrir uma pequena queda na arrecadação. Ele emite uma nota do Tesouro ou fatura, um IOU em outras palavras, e a entrega ao Federal Reserve, um cartel de bancos privados controlados pela Elite Global. Os banqueiros então “criam” um bilhão de dólares a um custo desprezível para eles. A partir desse momento, os bancos começam a cobrar juros do governo (do povo) sobre um bilhão de dólares. E não é só isso, o pedaço de papel, o IOU, é contado agora como um “ativo” dos bancos e aparece nas contas deles como se eles na verdade possuíssem um bilhão de dólares em seus cofres. Isto significa que eles podem emprestar outros dez bilhões de dólares (no mínimo) de um “crédito” inexistente para outros clientes!
Todos os envolvidos em um processo de produção – sejam eles fornecedores de materiais, produtores, transportadores, lojas, etc. – estão acrescentando um extra aos seus preços para cobrir a necessidade de pagar os juros do dinheiro não-existente que eles tomaram “emprestado”. Até que você compre um produto na loja, o seu preço estará maciçamente inflacionado se comparado com o que ele precisa ser, porque cada fase do processo está pagando juros sobre um dinheiro que não existe. Nós estamos comprando três casas pelo direito de viver em uma porque dois terços do dinheiro (às vezes mais) que nós pagamos em uma hipoteca são somente para pagar os juros. Se você pegar um empréstimo de £50.000 para comprar uma casa com o Banco Nacional de Westminster da Inglaterra, você pagará de volta £152.000. Você comprará três casas para viver em uma. No folheto em que se explicava isso, eles tiveram a coragem de dizer: “Banco Nacional de Westminster: nós estamos aqui para tornar a vida mais fácil”. Muitíssimo obrigado, eu realmente não sei como agradecer.
Por toda parte as pessoas estão fazendo coisas que não têm nenhum desejo de fazer porque elas precisam pagar juros sobre um dinheiro que não existe. A dívida do Terceiro Mundo, que está crucificando bilhões de pessoas dia após dia, deriva predominantemente de um dinheiro que não existe, nunca existiu, e nunca existirá. E nós ainda aceitamos isso!
É um truque, uma trapaça. Não é necessário. Ele está lá para nos controlar. É por isso que o sistema foi criado em primeiro lugar.
Apesar da óbvia insanidade deste roubo legalizado, nossas mentes ainda estão condicionadas a acreditar que cobrar juros é essencial e que sem isso a economia mundial desmoronaria. Não é bem assim. A ditadura bancária global orquestrada pela Elite Global é que desmoronaria, e isso seria fantástico. Mas as pessoas que estão escravizadas pelo pagamento de juros sobre um dinheiro que não existe, defendem o sistema e dizem que ele deve continuar! Ei, guarda da prisão! Não ouse abrir essa porta. Você me ouviu?
O sistema de pagamento de juros não é uma proteção contra sofrimento econômico. Na verdade, ele é quem cria pobreza e desigualdade e permite a acumulação do poder global.
Diga-me uma coisa: o que aconteceria se, em vez de pedir emprestado um dinheiro inexistente à rede de bancos privados, nossos governos imprimissem o seu próprio dinheiro livre de juros e o emprestasse às pessoas também livre de juros, com talvez uma taxa bem pequena só para cobrir os custos da administração? Nós não seríamos mais capazes de comprar tudo o que precisamos? É claro que seríamos, e muito mais facilmente porque o custo de tudo seria menor. O custo de uma hipoteca cairia em dois terços se você não tivesse que pagar juros. Os sem-teto poderiam ser abrigados e nós não teríamos a visão grotesca de pessoas dormindo nas ruas porque não podem juntar bastantes pedaços de papel ou figuras não-existentes de computador para pagar por um abrigo adequado.
O dinheiro se tornaria o que foi planejado para ser: um meio de troca de contribuições para a comunidade, o qual suaviza as limitações da permuta. Somente com a introdução dos juros é que o dinheiro se torna um veículo para o controle, o qual é usado com um efeito devastador nos dias de hoje.
Ninguém ganha com o pagamento de juros, exceto os bancos da Elite Global. Ninguém perderia se o sistema fosse mudado, com exceção da rede bancária e daqueles que usam o dinheiro para ganhar mais dinheiro sem qualquer contribuição produtiva para o mundo. Os bancos, que têm saqueado e abusado da humanidade por tanto tempo, viriam abaixo e o papel dos sucessores deles seria construtivo, ao invés de destrutivo.
O falecimento do sistema de cobrança de juros pelos bancos é realmente tão terrível? Eu estou saltando de alegria só de pensar nisso. Não há nenhuma razão para que nós não possamos ter dinheiro livre de juros. Só está faltando vontade porque os políticos que poderiam por um fim nisso são controlados e manipulados pelas mesmas pessoas que possuem o sistema bancário global, o qual brande o seu poder nas vidas das pessoas exigindo que elas paguem juros sobre um dinheiro que não existe. Olhe para os “diferentes” partidos políticos em seu país. Quanto deles estão propondo terminar com a cobrança de juros se forem eleitos?
Nenhum? Obrigado. E agora você sabe por quê.
Dois presidentes dos Estados Unidos propuseram imprimir dinheiro livre de juros e começaram a fazer isso de uma maneira gradativa. Um era Abraham Lincoln e o outro era John F. Kennedy. O que mais eles têm em comum? Ah! É claro, ambos foram assassinados.
Fonte: BEM-VINDOS À NOVA ERA
David Icke
Uma sociedade sem dinheiro vivo e os microchips são parte de uma ferramenta fundamental no controle da existência humana: o sistema financeiro mundial.
Pergunte às pessoas por que elas não estão dizendo ou fazendo o que realmente acreditam ser o correto e a resposta será: medo. E uma das principais expressões desse medo é a necessidade de ganhar dinheiro para sobreviver. Essa é a ideia: se você pode inflar artificialmente o custo de necessidades básicas como comida, moradia e vestuário, você pode pressionar as pessoas a servir o seu sistema. Quanto menos você precisa ganhar, mais escolhas você tem para viver a vida como achar melhor. E quanto mais você precisa, menos escolhas você tem.
Essa fraude é fundada na maior de todas as trapaças: o pagamento de juros sobre um dinheiro que não existe. O fato de que nós, como um todo, toleramos isso, revela muito sobre a escala da clonagem mental coletiva que tem se espalhado neste planeta.
Os bancos controlados pela Elite estão emprestando legalmente (como de costume), dez mil dólares para cada mil que eles realmente possuem. É como se você possuísse cem dólares, mas emprestasse mil para os seus amigos e cobrasse juros por isso. Se cada um dos seus amigos exigisse dinheiro vivo, você não poderia fazer essa fraude funcionar, mas os bancos não têm esse problema porque a maioria das suas transações não envolve dinheiro vivo. Eles trabalham principalmente com “dinheiro” teórico: cheques e cartões de crédito. Se todo mundo fosse ao banco ao mesmo tempo para pedir o seu dinheiro de volta, os bancos acabariam falidos muitas vezes porque eles estão emprestando uma quantia muito maior do que eles têm depositado. Apenas uma fração do dinheiro que os bancos “emprestam” existe fisicamente.
A maioria das pessoas acredita que os bancos emprestam só o dinheiro que os clientes depositaram neles. Isso simplesmente não é verdade. O que os bancos emprestam é, em efeito… nada. Quando você vai a um banco para fazer um empréstimo, sua conta é “creditada” com aquela quantia. Tudo que o banco fez foi digitar a quantia do seu empréstimo, digamos R$ 10.000, em um computador. Se o banco estivesse lhe emprestando o dinheiro dos clientes dele, as suas contas teriam que ser reduzidas em R$ 10.000 para permitir que você tivesse o empréstimo. Mas não são. Elas permanecem da mesma forma. Então, de onde apareceu essa misteriosa quantia de R$ 10.000?
Seu “empréstimo”, como com todo “empréstimo”, é conjurado do nada. São apenas figuras em uma tela de computador! E, a partir desse momento, você começa a pagar juros sobre um dinheiro inexistente. Mais que isso, este “dinheiro” fantasma é até mesmo registrado nas contas do banco como um “ativo”, e isto permite fazer ainda mais empréstimos do mesmo tipo.
A cada empréstimo, o prestatário fica em débito e os ativos oficiais do banco aumentam, apesar de nenhuma nova moeda ter sido cunhada e de nenhuma nova nota ter sido impressa. Tudo isso é uma ilusão. O que os bancos fazem é a atividade criminal mais lucrativa e mais destrutiva do planeta. Pessoas que cultivam comida e produzem o necessário para a vida estão mergulhados em dívidas, e frequentemente são empurrados à falência por pessoas que não fazem nada além de digitar figuras em uma tela de computador e cobrar juros por elas.
Quantias fantásticas de “dinheiro” estão em circulação na forma de cheques e créditos de vários tipos, mas menos que dez por cento estão na forma de moedas e notas. Mais de noventa por cento dessas quantias não existe. O sistema está maciçamente falido e ele só sobrevive porque as pessoas são condicionadas a aceitar cheques e cartões de crédito como “dinheiro” quando, na realidade, eles não são nada além de dados em um programa de computação sem nada para justificar esses dados.
Por mais que seja estarrecedor, esta é a forma como a vasta maioria do “dinheiro” é posto em circulação – não por governos imprimindo dinheiro vivo, mas através de bancos privados emprestando dinheiro que não existe e cobrando juros por isso. Principalmente através de crédito. Isto significa que a maior parte do “dinheiro” usado para ser trocado por bens e serviços já é criado como uma dívida.
Nós ouvimos que inflação é causada por governos que imprimem muito dinheiro. Isso não é verdade. Os governos não imprimem o bastante! Noventa por cento do “dinheiro” posto em circulação é “criado” na forma de débito pela rede bancária privada controlada pela Elite Global. Isso é totalmente insano, e é por isso que a montanha de dívidas aumenta a cada minuto.
Um “boom” econômico (quando a produção e o consumo aumentam), simplesmente leva a mais empréstimos pelos bancos para aumentar ainda mais o consumo. Assim, nos “bons tempos” da economia, a quantidade do débito sobe a quantias colossais e isso eventualmente conduz aos tempos ruins, conhecido como depressão. Como os bancos têm o controle sobre a criação do “dinheiro” através dos empréstimos, eles decidem se vai haver um boom econômico ou uma depressão aumentando ou diminuindo a quantia de “dinheiro” que eles emprestam às pessoas. A diferença entre crescimento e depressão é só a quantia de dinheiro vivo ou crédito disponível para fazer compras. E como o sistema bancário é controlado pela Elite Global, esse minúsculo grupo exclusivo tem o controle sobre a economia de cada país e sobre as decisões dos “líderes” políticos e econômicos que, ou não entendem como o sistema bancário e a criação de dinheiro realmente funcionam (a maioria), ou estão trabalhando conscientemente com os que controlam o sistema.
Por causa desse passe de mágica, as dívidas das pessoas, dos negócios e dos países alcançaram a terra do nunca, e a necessidade de pagar os juros é refletida no dinheiro que nós pagamos na forma de impostos, pela comida, pela vestimenta, por abrigo e etc. O governo britânico gasta muito mais com juros por ano do que com educação e uma vez que você perceba como o sistema funciona, já não é mais surpreendente que os Estados Unidos estejam com uma dívida de trilhões e trilhões de dólares.
Olhe para o que acontece somente em uma transação. Digamos que o governo dos EUA queira pedir emprestado um bilhão de dólares para cobrir uma pequena queda na arrecadação. Ele emite uma nota do Tesouro ou fatura, um IOU em outras palavras, e a entrega ao Federal Reserve, um cartel de bancos privados controlados pela Elite Global. Os banqueiros então “criam” um bilhão de dólares a um custo desprezível para eles. A partir desse momento, os bancos começam a cobrar juros do governo (do povo) sobre um bilhão de dólares. E não é só isso, o pedaço de papel, o IOU, é contado agora como um “ativo” dos bancos e aparece nas contas deles como se eles na verdade possuíssem um bilhão de dólares em seus cofres. Isto significa que eles podem emprestar outros dez bilhões de dólares (no mínimo) de um “crédito” inexistente para outros clientes!
Todos os envolvidos em um processo de produção – sejam eles fornecedores de materiais, produtores, transportadores, lojas, etc. – estão acrescentando um extra aos seus preços para cobrir a necessidade de pagar os juros do dinheiro não-existente que eles tomaram “emprestado”. Até que você compre um produto na loja, o seu preço estará maciçamente inflacionado se comparado com o que ele precisa ser, porque cada fase do processo está pagando juros sobre um dinheiro que não existe. Nós estamos comprando três casas pelo direito de viver em uma porque dois terços do dinheiro (às vezes mais) que nós pagamos em uma hipoteca são somente para pagar os juros. Se você pegar um empréstimo de £50.000 para comprar uma casa com o Banco Nacional de Westminster da Inglaterra, você pagará de volta £152.000. Você comprará três casas para viver em uma. No folheto em que se explicava isso, eles tiveram a coragem de dizer: “Banco Nacional de Westminster: nós estamos aqui para tornar a vida mais fácil”. Muitíssimo obrigado, eu realmente não sei como agradecer.
Por toda parte as pessoas estão fazendo coisas que não têm nenhum desejo de fazer porque elas precisam pagar juros sobre um dinheiro que não existe. A dívida do Terceiro Mundo, que está crucificando bilhões de pessoas dia após dia, deriva predominantemente de um dinheiro que não existe, nunca existiu, e nunca existirá. E nós ainda aceitamos isso!
É um truque, uma trapaça. Não é necessário. Ele está lá para nos controlar. É por isso que o sistema foi criado em primeiro lugar.
Apesar da óbvia insanidade deste roubo legalizado, nossas mentes ainda estão condicionadas a acreditar que cobrar juros é essencial e que sem isso a economia mundial desmoronaria. Não é bem assim. A ditadura bancária global orquestrada pela Elite Global é que desmoronaria, e isso seria fantástico. Mas as pessoas que estão escravizadas pelo pagamento de juros sobre um dinheiro que não existe, defendem o sistema e dizem que ele deve continuar! Ei, guarda da prisão! Não ouse abrir essa porta. Você me ouviu?
O sistema de pagamento de juros não é uma proteção contra sofrimento econômico. Na verdade, ele é quem cria pobreza e desigualdade e permite a acumulação do poder global.
Diga-me uma coisa: o que aconteceria se, em vez de pedir emprestado um dinheiro inexistente à rede de bancos privados, nossos governos imprimissem o seu próprio dinheiro livre de juros e o emprestasse às pessoas também livre de juros, com talvez uma taxa bem pequena só para cobrir os custos da administração? Nós não seríamos mais capazes de comprar tudo o que precisamos? É claro que seríamos, e muito mais facilmente porque o custo de tudo seria menor. O custo de uma hipoteca cairia em dois terços se você não tivesse que pagar juros. Os sem-teto poderiam ser abrigados e nós não teríamos a visão grotesca de pessoas dormindo nas ruas porque não podem juntar bastantes pedaços de papel ou figuras não-existentes de computador para pagar por um abrigo adequado.
O dinheiro se tornaria o que foi planejado para ser: um meio de troca de contribuições para a comunidade, o qual suaviza as limitações da permuta. Somente com a introdução dos juros é que o dinheiro se torna um veículo para o controle, o qual é usado com um efeito devastador nos dias de hoje.
Ninguém ganha com o pagamento de juros, exceto os bancos da Elite Global. Ninguém perderia se o sistema fosse mudado, com exceção da rede bancária e daqueles que usam o dinheiro para ganhar mais dinheiro sem qualquer contribuição produtiva para o mundo. Os bancos, que têm saqueado e abusado da humanidade por tanto tempo, viriam abaixo e o papel dos sucessores deles seria construtivo, ao invés de destrutivo.
O falecimento do sistema de cobrança de juros pelos bancos é realmente tão terrível? Eu estou saltando de alegria só de pensar nisso. Não há nenhuma razão para que nós não possamos ter dinheiro livre de juros. Só está faltando vontade porque os políticos que poderiam por um fim nisso são controlados e manipulados pelas mesmas pessoas que possuem o sistema bancário global, o qual brande o seu poder nas vidas das pessoas exigindo que elas paguem juros sobre um dinheiro que não existe. Olhe para os “diferentes” partidos políticos em seu país. Quanto deles estão propondo terminar com a cobrança de juros se forem eleitos?
Nenhum? Obrigado. E agora você sabe por quê.
Dois presidentes dos Estados Unidos propuseram imprimir dinheiro livre de juros e começaram a fazer isso de uma maneira gradativa. Um era Abraham Lincoln e o outro era John F. Kennedy. O que mais eles têm em comum? Ah! É claro, ambos foram assassinados.
Fonte: BEM-VINDOS À NOVA ERA
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terça-feira, 17 de novembro de 2009
Conheça a polêmica história de vida do rei Henrique VIII
Conheça a polêmica história de vida do rei Henrique VIII
O Milênio mostra nesta edição a história de uma dinastia monárquica que reinou na Inglaterra há cinco séculos e que até hoje exerce estranha fascinação: conheça o Henrique VIII tirano e egocêntrico. Milênio, 9/11/2009.
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O Milênio mostra nesta edição a história de uma dinastia monárquica que reinou na Inglaterra há cinco séculos e que até hoje exerce estranha fascinação: conheça o Henrique VIII tirano e egocêntrico. Milênio, 9/11/2009.
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"Japoneses criam sistema de 'invisibilidade'", de Salvador Nogueira
Japoneses criam sistema de “invisibilidade”
Salvador Nogueira
Esse negócio de ficar usando anus e capas mágicas para desaparecer não tem mais sentido. Um grupo de pesquisadores no Japão criou um jeito “high-tech” de tornar objetos e até pessoas “transparentes”. Enquanto eles se divertem produzindo pequenos vídeos de demonstração do sistema, que podem ser encontrados na internet, há um exército ou dois que poderiam ver no novo sistema a camuflagem perfeita.
O grupo é liderado pelo engenheiro matemático Susumu Tachi, e o seu laboratório na Universidade de Tóquio (www.star.t.u-tokyo.ac.jp) parece mais uma exposição de engenhocas malucas – coisas que se tornam invisíveis são só uma das atrações. Outros destaques vão para telefones-robôs e recriações de objetos reais em realidade virtual. Mas o invento mais divertido realmente é o que permite a invisibilidade.
Na ficção científica, as naves invisíveis conseguem o efeito na “força bruta”: de algum modo, defletem os raios de luz para que eles nunca toquem o veículo. Como a luz não toca o casco da nave, ela desaparece. Só que a única forma de defletir um raio de luz sem usar uma superfície é pela força gravitacional – que, até onde se sabe, não é passível de manipulação. A solução para o problema aparentemente insolúvel é a lembrança de que uma ilusão bem produzida é igual à realidade.
No caso de Tashi, esse é o segredo. Os objetos não somem – eles só parecem desaparecer. “Essa técnica é chamada de camuflagem óptica”, escrevem os pesquisadores num estudo recente. E a ideia é tão boa que já foi absorvida pela ficção, até então encalhada com aquela solução pouco prática: no último filme de James Bond [texto de 6/2/2003], “Um Novo Dia Para Morrer”, o carro do agente britânico criado por Ian Fleming está equipado com a tal camuflagem.
http://www.youtube.com/watch?v=gSZcbfu3pK8
“Essa ideia é bem simples”, explica o cientista em seu site. “Se você projetar a imagem de fundo no objeto a ser mascarado, pode observar o objeto mascarado como se fosse virtualmente transparente.” Parece razoável, mas não é trivial fazer com que a projeção só apareça sobre o objeto, sem se espalhar por toda a cena de fundo, iluminando-a e denunciando todo o truque.
A solução foi desenvolver um material que refletisse adequadamente uma projeção ajustada de modo a não ser refletida por todos os materiais normais. Os japoneses conseguiram isso com um material composto por esférulas de 50 micrômetros de diâmetro (um micrômetro equivale a um milésimo de milímetro).
Esse material é chamado de retrorreflexivo. Isso quer dizer que ele consegue rebater um raio de luz para a direção de onde ele partiu. Um espelho só consegue fazer isso quando o raio de luz está vindo num ângulo exatamente perpendicular à sua superfície.
É como a bola que rola na diagonal numa mesa de sinuca. Quando bate na parede, continua indo adiante, mas noutra direção – isso é o que acontece com o espelho normal. Se o material retrorreflexivo fosse a mesa de sinuca, a bola bateria na lateral e voltaria exatamente de onde veio.

As aplicações potenciais são várias. Além de chegar mais perto do sonho da invisibilidade, o que certamente seria útil para exércitos em situações de conflito, o sistema pode fazer sucesso na indústria do entretenimento.
Os cientistas japoneses liderados por Tashi já usaram a técnica, por exemplo, para “texturizar” um robô sem face e sem expressão. A projeção sobre o autômato dava a ele não só uma aparência muito mais humana, mas também uma expressividade difícil de obter por meios mecânicos.
Além disso, os inventores também antecipam usos médicos, para cirurgiões que não queiram que instrumentos prejudiquem a visão de áreas afetadas, e aeronáuticos, como cabines transparentes que facilitem o pouso.
Fonte: Folha Online
Salvador Nogueira
Esse negócio de ficar usando anus e capas mágicas para desaparecer não tem mais sentido. Um grupo de pesquisadores no Japão criou um jeito “high-tech” de tornar objetos e até pessoas “transparentes”. Enquanto eles se divertem produzindo pequenos vídeos de demonstração do sistema, que podem ser encontrados na internet, há um exército ou dois que poderiam ver no novo sistema a camuflagem perfeita.
O grupo é liderado pelo engenheiro matemático Susumu Tachi, e o seu laboratório na Universidade de Tóquio (www.star.t.u-tokyo.ac.jp) parece mais uma exposição de engenhocas malucas – coisas que se tornam invisíveis são só uma das atrações. Outros destaques vão para telefones-robôs e recriações de objetos reais em realidade virtual. Mas o invento mais divertido realmente é o que permite a invisibilidade.
Na ficção científica, as naves invisíveis conseguem o efeito na “força bruta”: de algum modo, defletem os raios de luz para que eles nunca toquem o veículo. Como a luz não toca o casco da nave, ela desaparece. Só que a única forma de defletir um raio de luz sem usar uma superfície é pela força gravitacional – que, até onde se sabe, não é passível de manipulação. A solução para o problema aparentemente insolúvel é a lembrança de que uma ilusão bem produzida é igual à realidade.
No caso de Tashi, esse é o segredo. Os objetos não somem – eles só parecem desaparecer. “Essa técnica é chamada de camuflagem óptica”, escrevem os pesquisadores num estudo recente. E a ideia é tão boa que já foi absorvida pela ficção, até então encalhada com aquela solução pouco prática: no último filme de James Bond [texto de 6/2/2003], “Um Novo Dia Para Morrer”, o carro do agente britânico criado por Ian Fleming está equipado com a tal camuflagem.
http://www.youtube.com/watch?v=gSZcbfu3pK8
“Essa ideia é bem simples”, explica o cientista em seu site. “Se você projetar a imagem de fundo no objeto a ser mascarado, pode observar o objeto mascarado como se fosse virtualmente transparente.” Parece razoável, mas não é trivial fazer com que a projeção só apareça sobre o objeto, sem se espalhar por toda a cena de fundo, iluminando-a e denunciando todo o truque.
A solução foi desenvolver um material que refletisse adequadamente uma projeção ajustada de modo a não ser refletida por todos os materiais normais. Os japoneses conseguiram isso com um material composto por esférulas de 50 micrômetros de diâmetro (um micrômetro equivale a um milésimo de milímetro).
Esse material é chamado de retrorreflexivo. Isso quer dizer que ele consegue rebater um raio de luz para a direção de onde ele partiu. Um espelho só consegue fazer isso quando o raio de luz está vindo num ângulo exatamente perpendicular à sua superfície.
É como a bola que rola na diagonal numa mesa de sinuca. Quando bate na parede, continua indo adiante, mas noutra direção – isso é o que acontece com o espelho normal. Se o material retrorreflexivo fosse a mesa de sinuca, a bola bateria na lateral e voltaria exatamente de onde veio.

As aplicações potenciais são várias. Além de chegar mais perto do sonho da invisibilidade, o que certamente seria útil para exércitos em situações de conflito, o sistema pode fazer sucesso na indústria do entretenimento.
Os cientistas japoneses liderados por Tashi já usaram a técnica, por exemplo, para “texturizar” um robô sem face e sem expressão. A projeção sobre o autômato dava a ele não só uma aparência muito mais humana, mas também uma expressividade difícil de obter por meios mecânicos.
Além disso, os inventores também antecipam usos médicos, para cirurgiões que não queiram que instrumentos prejudiquem a visão de áreas afetadas, e aeronáuticos, como cabines transparentes que facilitem o pouso.
Fonte: Folha Online
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domingo, 15 de novembro de 2009
Os Simpsons - O terno do macaco
Os Simpsons - O terno do macaco
Lisa protesta quando Springfield aprova uma lei exigindo que o criacionismo seja ensinado juntamente com o evolucionismo nas escolas públicas. Episódio nº. 21 (O terno do macaco [The monkey suit]) da 17ª. temporada de Os Simpsons (The Simpsons).
Lisa protesta quando Springfield aprova uma lei exigindo que o criacionismo seja ensinado juntamente com o evolucionismo nas escolas públicas. Episódio nº. 21 (O terno do macaco [The monkey suit]) da 17ª. temporada de Os Simpsons (The Simpsons).
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New York e Paris promovem revolução urbanística de olho em soluções sustentáveis
New York e Paris promovem revolução urbanística de olho em soluções sustentáveis
A Paris do futuro é ecológica, sustentável e tem limites geográficos que vão muito além dos atuais. Em NY, novos caminhos se abrem para pedestres e carros não são mais bem-vindos. Cidades e Soluções, 5/11/2009.
http://blip.tv/file/2849934
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A Paris do futuro é ecológica, sustentável e tem limites geográficos que vão muito além dos atuais. Em NY, novos caminhos se abrem para pedestres e carros não são mais bem-vindos. Cidades e Soluções, 5/11/2009.
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sábado, 14 de novembro de 2009
O cabelo
O cabelo
Excerto de "Saneamento Básico, o Filme", de Jorge Furtado, com Bruno Garcia, Camila Pitanga, Fernanda Torres, Janaína Kremer, Lázaro Ramos, Lúcio Mauro Filho, Paulo José, Sergio Lulkin, Tonico Pereira, Wagner Moura e Zéu Brito.
http://www.youtube.com/watch?v=5G3X_epGLCw
Excerto de "Saneamento Básico, o Filme", de Jorge Furtado, com Bruno Garcia, Camila Pitanga, Fernanda Torres, Janaína Kremer, Lázaro Ramos, Lúcio Mauro Filho, Paulo José, Sergio Lulkin, Tonico Pereira, Wagner Moura e Zéu Brito.
http://www.youtube.com/watch?v=5G3X_epGLCw
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